Work

O interdito como fundador do discurso

Year: 1998
Type: dissertation
Abstract: 2-A questão do pai SUMÁRIO Capítulo 3-Interdito, proibido e impossível Um modelo para a interdição Capítulo 4-O silêncio Conclusão Referências Summary 06 08 11 47 76 80 89 113 116 120 5 RESUMO objetivo deste trabalho é o de refletir sobre o interdito como fundador do discurso.Assim, o trabalho possui uma ligação com a questão do não dito em Pêcheux e com a Questão do silêncio em Orlandi.Iniciamos nossa investigação observando o transbordamento de sentido na lógica e na pragmática para chegar ao discurso.Observamos o transbordamento desde uma concepção lógica, onde analisamos casos como o entalhe e a pressuposição, até elementos causativos implícitos e a consideração do contexto.Daí o transbordamento passa para a questão do não dito tal como formulado na análise do discurso (AD).Argumentamos que é preciso que não se diga tudo para que algo seja possível de dizer.Assim, notamos que no conceito de enunciação Pêcheux se refere a que o dizer consiste em atualizar certos sentido e apagar outros.Se fosse possível o tudo dizer haveria uma tal transparência que não seria preciso dizer nada, de tão obvio que seria.Assim, em Pêcheux, um esquecimento radical, o número um , é o que funda a subjetividade na língua.Esse esquecimento é o que ocorre na metáfora paterna que é o elemento interditar.Essa metáfora surge
Language: Spanish
Subfield: Philosophy
Open Access status: gold
OpenAlex ID: W1819345352
Cites: 4
Cited by: 18
Related to: 10