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Nascimentos não planejados no Brasil eram 46% em 2006. Diminuíram?

Year: 2015
Type: article
Abstract: IntroduçãoA proximidade de 2016 tem feito crescer a expectativa e a preocupação de uma grande comunidade composta por organizações da sociedade civil, demógrafos, profissionais e gestores de saúde, que esperam pela realização da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS).Afinal, há três décadas, esta investigação se realiza nos anos com "final 6" no Brasil.Sintonizadas com este sentimento, integrantes do Grupo de Trabalho de Fecundidade e Comportamento Sexual e Reprodutivo, reunidas durante o Congresso da Associação Brasileira de Estudos Populacionais (Abep) em novembro de 2014, propuseram-se a identificar as questões necessárias para compreender o comportamento reprodutivo no presente, que deveriam ser respondidas em uma nova rodada da pesquisa.É preciso examinar também se, à luz das informações produzidas em inquéritos populacionais recentes e diante da conjuntura econômica vigente, é mesmo imprescindível realizar a PNDS 2016.A presente nota pretende contribuir para essa reflexão.Após um breve resumo sobre os antecedentes e propósitos da PNDS no Brasil, examinam-se os conteúdos correlatos abordados em inquéritos populacionais de âmbito nacional, realizados a partir de 2010.Identificam-se temas atualmente em investigação no programa da Demographic and Health Survey (DHS), bem como algumas lacunas essenciais a serem preenchidas por uma nova PNDS.
Language: Portuguese
Field: Medicine
Open Access status: diamond
OpenAlex ID: W1853128806
FWCI: 0.651
Cites: 1
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