Year: 2010
Type: article
Abstract: Durante a década de sessenta, numa altura em que o mundo ia assistindo à consolidação triunfante dos independentismos anticoloniais, a ditadura portuguesa persistia em manter o seu domínio ultramarino. Apesar de limitados nos seus direitos de expressão e associação, alguns sectores da sociedade foram construindo um horizonte de intervenção fortemente crítico do colonialismo do regime. Este texto pretende caracterizar a prática e o discurso de uma destas áreas, no caso a pulverizada corrente maoísta, contextualizando previamente a ideia de violência nas leituras sobre os “longos anos sessenta” e a especificidade do maoísmo emergente nesse tempo.
DOI: 10.4000/rccs.1743
Author: Miguel Cardina
Institutions: Centro de Estudos Sociais, University of Coimbra
Language: Portuguese
Subfield: Sociology and Political Science
Field: Social Sciences
Domain: Social Sciences
Open Access status: diamond
OpenAlex ID: W2140139567
