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A escravidão como discurso

Year: 2004
Type: article
Abstract: Para começar, o seu recorte geográfico.Ao escolher a América portuguesa, o Caribe (inglês, francês e espanhol) e a parte meridional das Treze Colônias, o autor alcançou o coração das principais regiões escravistas do Novo Mundo.Logo, capturou os mais importantes esteios das atenções e práticas que buscavam avaliar e regulamentar as relações entre homens proprietários e homens mercadorias.Em outro sentido, o locus privilegiado da reflexão é a plantation, dado que a sua importância econômica e política na configuração do espaço colonial como que magnetizava boa parte das atenções de letrados e eclesiásticos.Quando, pois, se refere ao governo dos escravos, fala-se, grosso modo, da administração dos grandes plantéis.Em segundo lugar, a idéia de teoria que norteou as reflexões do Rafael de Bivar Marquese.Feitores do corpo, missionários da mente: senhores, letrados e o controle de escravos nas Américas, 1680-1880.São Paulo: Companhia das Letras.2004.Havendo iniciado os seus estudos acerca do governo dos escravos ainda no mestrado, publicado sob o título Administração e Escravidãoidéias sobre a gestão da agricultura escravista brasileira, Rafael de Bivar Marquese oferece agora ao público o resultado de seu doutoramento.O mote são as idéias e as teorias elaboradas ao longo dos séculos XVII,
Language: Portuguese
Subfield: Anthropology
Open Access status: diamond
OpenAlex ID: W2474788700
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