Year: 2017
Type: article
Study design: Observational Study
Abstract: Resumo No seio do debate sobre se a inteligência é mais bem definida por um fator geral ou por aptidões específicas, ganha relevância a hipótese da diferenciação cognitiva. Análises recentes enfatizam o interesse dessa questão para a investigação e alertam para a relevância das suas implicações na área educativa. Este estudo analisou a possibilidade de a diferenciação das aptidões cognitivas ocorrer já na infância e também o efeito moderador do Quociente de Inteligência na magnitude da relação entre as habilidades cognitivas. Aplicou-se uma bateria de provas que avaliam várias funções cognitivas a uma amostra de 231 crianças com 5, 7 e 9 anos, distribuídas por três grupos de desempenho cognitivo. Os resultados de uma análise de clusters hierárquica e de uma análise de variância apontam para a não diferenciação das funções cognitivas na infância. Contudo, uma análise mais cuidadosa aponta para alguma diferenciação suportada pela hete-rogeneidade dos perfis cognitivos junto dos alunos com Quociente de Inteligência elevado.
Source: Estudos de Psicologia (Campinas)
Authors: Ana Azevedo MARTINS, Diana Lopes SOARES, Lurdes BRITO, Gina Cláudia LEMOS, Ana Filipa ALVES, Leandro da Silva ALMEIDA
Institutions: Centro de Investigação em Educação, University of Minho
Language: Portuguese
Subfield: Experimental and Cognitive Psychology
Field: Psychology
Domain: Social Sciences
Open Access status: diamond
OpenAlex ID: W2571093500
