Year: 2018
Type: article
Abstract: É possível considerar a poesia como um ato político de resistência? Seria a poesia, ela própria, um canal de imanente insubordinação? Tais questões nos levam a pensar, neste artigo, em um dos aspectos fulcrais da poesia de Max Martins: a abertura para uma postura crítica do poético. Assim, busca-se refletir sobre certo predicado de resistência que habita o pensamento do poeta paraense, nas faces constituintes de uma transgressão particular vinculada às acepções de metalinguagem, erotismo, visualidade e misticismo que encontramos em sua poesia. Neste percurso interpretativo, apoiamo- nos nos textos de Bosi (1977), Nunes (1992), Siscar (2010) e Barthes (2013), a fim de trazer à luz as crises, os desejos e as formas que conduziram Max Martins, da modernidade ao pensamento contemporâneo, às potências dos atravessamentos poéticos.
Source: Opiniães
Institution: Universidade Federal do Pará
Language: Portuguese
Subfield: Literature and Literary Theory
Field: Arts and Humanities
Domain: Social Sciences
Open Access status: diamond
OpenAlex ID: W2892113243
