Year: 2018
Type: article
Abstract: O presente artigo pretende discutir a posição ambígua ocupada pela escritora estadunidense Flannery O’Connor (1925-1964) na comunidade literária sulista norte-americana. Sua condição de mulher branca a colocava nessa posição ambígua, pois enquanto branca era participante da classe dominante de sua região, mas enquanto mulher era oprimida. Para isso baseamos nosso trabalho em Sarah Fodor (1996), Katherine Prown (2001) e Sarah Gordon (2003). Depois são feitas considerações sobre a recepção e a fortuna crítica da obra da autora nos Estados Unidos para demonstrar como sua obra resiste a rotulações apesar de ter sido interpretada das mais diversas maneiras.
Source: Fragmentum
Institution: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Language: Portuguese
Subfield: Literature and Literary Theory
Field: Arts and Humanities
Domain: Social Sciences
Open Access status: diamond
OpenAlex ID: W2921808230
