Year: 2020
Type: article
Abstract: Presente texto busca discutir como a trajetória da medicalização no ocidente, a virada cultural contra expertise médica, a emergência de novas subjetividades científicas e o surgimento de práticas marginais de ciência e tecnologia ajudam a contextualizar novas relações todo-meio-parte com a ciência, tecnologia, arte, e mundo mais amplo a partir do conceito de heterotopia. Usando como estudo de caso o experimento científico-artistico-afetivo de uma artista que reprogramou seu cérebro para desapaixonar-se por um ex-namorado, exploramos como as práticas marginais de ciência, além de serem locais privilegiados para tanto iluminar as atividades da ciência institucional quanto observar as novas relações e correlações que estas ganham ao associar-se ao mundo maior, também possibilitam um reordenamento de valores e locais de poder e podem compor projetos culturais diversos.
DOI: 10.21814/2i.2671
Author: Luiza Quental
Institution: Universidade Federal do Rio de Janeiro
Language: Portuguese
Topic: Art, Technology, and Culture
Subfield: Visual Arts and Performing Arts
Field: Arts and Humanities
Domain: Social Sciences
Open Access status: diamond
OpenAlex ID: W3110874652
