Year: 2021
Type: article
Abstract: A partir de uma análise feminista decolonial do artigo "Hacia una teoría jurídica sin género: feminismo, autonomia e igualdade racial" (MIRANDA; OYANEDER, 2021), proponho mostrar que os esforços em reformular uma teoria do direito universal, pautada nos princípios de autonomia e igualdade, sem considerar as críticas que o feminismo liberal tem recebido nos últimos anos das epistemologias do Sul, incorrem nos mesmos problemas que se pretende solucionar.Caso levemos em conta um leitor ou leitora (provavelmente branco) treinado nas epistemologias e teorias políticas contratuais hegemônicas ocidentocêntricas, como normalmente encontramos, nos cursos de Filosofia e Direito, nas universidades brasileiras e em outros países latinos-americanos, a proposta de reformulação feita por Seyla Benhabib, a partir do "[...] reconocimiento de la identidad incardinada y arraigada de los agentes no impide a la autora conservar la universalidad como ideal regulativo" (MIRANDA; OYANEDER, 2021, p. 9)
Source: Trans/Form/Ação
Author: Caroline Marim
Language: Portuguese
Subfield: Anthropology
Field: Social Sciences
Domain: Social Sciences
Open Access status: diamond
OpenAlex ID: W3158548972
