Year: 2021
Type: article
Abstract: O artigo analisa como a comunidade da Ilha da Pintada se apropria do Museu das Ilhas de Porto Alegre, RS, para promover um exercício crítico e propositivo sobre a realidade. Descreve a problemática do Bairro Arquipélago, invisível para os moradores de outras regiões da cidade. Fundamentado no conceito de fato museal, considera a relação entre o homem que conhece e a realidade em que age e pertence. Discute o Museu como problematizador da realidade e produtor de sentidos e destaca o papel do inventário participativo na sua criação. Mostra como o Museu se converteu num ponto de memória local a partir de ações de Educação para o Patrimônio. Revela como o Museu adaptou-se à pandemia, ao utilizar-se das redes sociais para se aproximar da comunidade. Conclui que as pessoas são seu maior patrimônio, e que ele se tornou um espaço de articulação e resistência da comunidade mediante a constituição de um sentimento de pertença.
Source: Revista Cadernos do Ceom
DOI: 10.22562/2021.54.10
Institution: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Language: Portuguese
Subfield: Museology
Field: Arts and Humanities
Domain: Social Sciences
Open Access status: diamond
OpenAlex ID: W3175631982
