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Dinamicas morfossintaticas como Ter, Ser e Estar em portugues brasileiro

Year: 2004
Type: dissertation
Abstract: a JOCYARE, MARINALVA, NELI, SIMONE e TELMA, pela amizade nesses dois anos de Campinas.Cada uma merece mais do que um parágrafo... O que vivemos nestes dois anos (e o que ainda vamos viver) não cabe nos agradecimentos desta dissertação; aos amigos da sintaxe e áreas afins: FLAVIANE, CRISTIANE, SÍLVIA, BRENDA, JÉSSICA, CINTHIA, CRISTINA, ÉRICA, MARINA, IRÊ, MANOEL, LURDINHA, ALBA, ANA PAULA, ADRIANA, ANA CLÁUDIA e outros que, porventura, eu tenha me esquecido de mencionar.Vida longa à Sintaxe! a EDVANIA, CÂNDIDA, DANIEL, MÔA, CÍNTIA, KASSANDRA, JORGE, VALDEREZ, GRAZIELA, JULIENE, CRISTIANE, CLÁUDIA, RUBER, ELENITA e tantos outros, pela descontração que tornaram esses dois anos em Campinas ainda mais agradáveis.a DONA DINÁ, minha avó-mãe, e à SANDRA, minha mãe-mãe, as pessoas que eu mais amo neste mundo, pelo cuidado que se multiplicaram nestes dois anos, mesmo à distância.E à JUANA e JOSÉ MACHADO, pessoas a quem eu devo muito do que tenho e sou.E é claro: a DIRCILÉIA, ELISA, MARÍLIA, MAURÍLIO, MÁRIA, MYCHELLE, DAIANA, PAULINHA, JUAN, VITÓRIA, CLARINHA, CLARISSE e PAULINA, minha família, pelo carinho com que sempre me acolheram.a DONA DORINHA, pela acolhida generosa (sem esquecer dos almoços de fim-de-semana) com que sempre me recebe em sua casa; e a ROGÉRIO, um lingüista-enrustido, que deu algumas das dicas diretivas para a elaboração deste trabalho.Um universo inteiro de palavras ainda seria mínimo!A ele, todo amor que houver nessa vida... vi RESUMO Concentrando-se em sentenças copulativas, possessivas e existenciais do português brasileiro, esta dissertação propõe que ter, ser e estar são obtidos a partir de operações morfossintáticas aplicadas sobre um feixe de traços formais comum entre os três verbos.Os pressupostos assumidos são os da Teoria de Princípios e Parâmetros, em sua versão minimalista (Chomsky 1995), bem como os do arcabouço teórico da Morfologia Distribuída, nos termos gerais de Halle & Marantz (1993).A hipótese explorada é a de que as sentenças possessivas e copulativas são geradas através de procedimentos sintáticos efetuados sobre a base que forma a sentença existencial.O feixe de traços associados ao verbo existencial, condensados no complexo v+T, acessa a entrada vocabular para a obtenção de ter, no componente morfológico.A combinação desses traços a categorias funcionais diversas, dentro de configurações sintáticas específicas, resulta na realização dos demais verbos: o traço D associado a v+T permite acessar a entrada vocabular de estar; a categoria Top pode se associar aos traços formadores de estar para realizar o verbo ser; a preposição abstrata Poss (Freeze 1992; Kayne 1993; Harley 2001) se amalgama ao complexo v+T+D para realizar o verbo possessivo, que corresponde, em português brasileiro, a uma forma idêntica à do verbo existencial.A investigação procura relacionar certos fatos semânticos demonstrados pelas copulativas, possessivas e existenciais à natureza do feixe de traços que vai compor os seus verbos.A categoria D, por exemplo, deve ser a responsável pela codificação de informações associadas à interpretação episódica manifestada no conteúdo de grande parte das construções com estar; a categoria Top intermedeia relações apositivas com interpretação individual level, presente nas copulativas com ser; o núcleo Poss pode efetivar, no interior de DPs, relações como POSSUIDOR-POSSUÍDO, TODO-PARTE, EXPERIENCIADOR-EXPERIÊNCIA, também observadas entre sentenças possessivas com ter e o composto estar com.
Language: Portuguese
Open Access status: gold
OpenAlex ID: W968363635
Cites: 37
Cited by: 4
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